sexta-feira, 17 de julho de 2009

UMtreino...




























































Era para participar de um concurso no site Desencannes, mas resolvi exercitar um pouco e fazer uma campanha para a editora. nao vale para o concurso, mas fiquei satisfeita com o resultado.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fique por Dentro do Mercado


CASA DO SABER JARDINS

Washington Olivetto, Nizan Guanaes, Marcello Serpa, Roberto Justus, Alexandre Gama e Fábio Fernandes já confirmaram presença no curso que a Casa do Saber Jardins vai promover a partir de agosto voltado ao mercado publicitário. Coordenado por Celso Loducca e inspirado no talk show “Inside the Actors Studio”, exibido no Brasil pela tevê a cabo, o curso visa discutir com esses empresários assuntos que vão além da carreira publicitária. Os convidados vão falar sobre hábitos, formas de trabalho, grandes campanhas e idéias. As reuniões serão realizadas às terças-feiras, às 20 horas: Dia 4/8 Alexandre Gama; dia 11/8 Nizan Guanaes, dia 18/8 Marcello Serpa, dia 1º de setembro, Washington Olivetto, dia 8/9 Roberto Justus e dia 15/9 Fábio Fernandes.
VALE A PENA CONFERIR.

terça-feira, 14 de julho de 2009

GEnteDaPERIferia!

Parabéns aos editores do Boletim do Kaos, Alexandre de Maio e Alessandro Buzo. Trouxeram o mundo da Periferia para a mídia. A história desses editores para conseguir por seus sonhos em prática, vale 10!!!

"...Havia lançado meu primeiro livro em dezembro de 2000, O Trem. Apesar de, por milagre, ter conseguido algum destaque na mídia (meia página no Jornal da Tarde, no dia do lançamento, duas páginas na revista Caros Amigos de dezembro de 2000 e ainda duas páginas na revistaRap Brasil, do Alexandre de Maio, que hoje faz o jornal comigo), precisava seguir divulgando. Tinha feito, afinal, 500 exemplares de forma independente, precisava pagá-los e era muito pouco conhecido na época (infinitamente menos que hoje).

Andava bastante, naquele tempo, com um primo chamado Magu, e ele me disse um dia, quando discutíamos formas de divulgar: “Você já ouviu falar de fanzine?”. Respondi que não e ele explicou: “É uma revistinha em xerox. Podemos lançar um fanzine e nele a gente mesmo divulga o livro”.

Topei na hora e virei ali mesmo um fanzineiro, sem saber que isso vicia.
Pensamos no nome e veio a influência do kaos com k, porque tínhamos ouvido o compositor Jorge Mautner falar sobre ele, no extinto programa da TV Cultura “Musikaos”, que também usava o kaos com k e era apresentado pelo Gastão Moreira, com gravações no Sesc Pompeia, em São Paulo.
Nascia o Boletim do Kaos e fizemos o número 1, 2, 3... Depois, arrumamos apoio para o xerox e ficou mais fácil: espalhávamos o Boletim do Kaos por onde fôssemos e ele ficou famoso entre os passageiros da linha Brás-Calmon Viana da CPTM, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, que utilizávamos para ir e vir do Itaim Paulista, no extremo da zona leste, ao trabalho, no centro de São Paulo.

Com o apoio nas cópias, lançávamos uma edição do Boletim por semana e zoávamos dizendo que era semanal como a revista VEJA. Era só por brincadeira, não leio nem gosto da VEJA, tão elitista e cheia de preconceitos.

Por volta do número 40, o Magu parou de fazer o Boletim do Kaos comigo e segui sozinho na missão. Também fiquei sem o apoio das cópias um tempo, mas, depois, arrumei um esquema de xerox grátis na Secretaria Estadual de Cultura.

Lá fazia até três números do Boletim do Kaos por vez e, por onde passava, entregava um exemplar, inclusive na DGT Filmes, onde hoje trabalho fazendo o “Buzão”, meu quadro na TV Cultura. Vê como uma coisa puxa a outra e tudo se cruza?

Fiz uma edição especial (com mais páginas) do número 100 e, até a edição de número 130, tudo saiu pela Secretaria Estadual de Cultura. Um dia, contudo, a fonte secou e voltei a publicar esporadicamente, bancando o xerox do meu bolso, e, aos trancos e barrancos, cheguei à incrível marca do número 150, recorde em matéria de fanzine, sem modéstia. Mas resolvi dar um tempo (tenho um de cada, dos 150 exemplares, em minha casa). O tempo foi passando e muita gente na rua me perguntava: “Cadê o Kaos?”; “Cadê a revistinha?”; “Cadê o jornalzinho?”.Não importava o nome com que o chamavam, o fato era que as pessoas queriam ler e ver oBoletim do Kaos outra vez.

Nesse meio tempo, virei repórter da revista Rap Brasil, fazendo matérias até em outros Estados, como Acre e Goiás.

Vivia “pilhando” o editor da revista, o Alexandre de Maio, para fazer uma capa com escritores da periferia, sempre com a pergunta: “E a literatura marginal, quinto elemento do hip-hop?”. Mas ele sempre me enrolava, dizia que era complicado, que a revista era de rap e tal.

De tanto falar, um dia fez a proposta: “Vamos fazer uma revista de literatura, a gente faz o boneco e apresenta para a editora; se ela topar, eu lanço”. Eu entraria como repórter, faria a maioria das reportagens.

Naquela época, recebia muito pouco vendendo alimentos, e a possibilidade de ganhar pouco mais de R$ 1.000,00 me motivou muito. Assim fui escrevendo, entrevistei os escritores Sérgio Vaz, Ferréz, Sacolinha, Lourenço Mutarelli e a cineasta Tata Amaral, entre outros.

Fizemos o boneco da revista LITERARUA, mas, para nossa decepção, a editora considerou-a moderna demais e não topou botar nas bancas.

A ideia e as matérias ficaram engavetadas, até que o Alexandre sugeriu, certa vez: “A gente podia lançar a LITERARUA como jornal, tem coragem de correr atrás de anunciantes?”.

Fiz um corre e não descolei nada, vimos que, bancada por anúncios, nunca teríamos nem revista, nem jornal. Então eu disse: “A gente precisa de alguém que pague a gráfica, para lançarmos sem depender de anunciantes”.

Não deu outra: logo no primeiro contato que fiz, com o Itaú Cultural, surgiu a chance de, numa reunião, expor nossa ideia e tentar patrocínio para a gráfica. Deu certo. Eles apoiaram, mas avisaram: “Vamos bancar três meses para ver como será e, se vingar, a gente renova”.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

nao basta ser ecológico, é preciso ser bonito também


A rede britânica de supermercados Sainsbury's lançará uma nova coleçao de sacolas reutilizáveis sustentáveis como uma alternativa às embalagens de plástico.
A premissa da varejista é que nao basta ser ecológico, é preciso ser bonito também para cair no gosto do consumidor. Por isso comissionou a empresa Lambie-Nairn para criar a nova coleçao que é colorida, bem humorada e conta com um design contemporâneo e cores alegres para o verao do hemisferio.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

LER, uma experiência de meditação

Ler é conhecer uma certa arte. É entrar em uma profunda simpatia. É entrar em uma espécie de participação. É uma grande experiência de meditação.
Mas se você ler o Gita da mesma forma que você lê romances, irá perdê-lo. Há camadas e camadas de profundidade. Por isso, o caminho - todo dia é preciso repetir a leitura. Não é uma repetição. Se você sabe como repeti-la, não é uma repetição. Se você não sabe, então é uma repetição.
Apenas tente isto por três meses: leia o mesmo livro - você pode escolher um pequeno - todos os dias. E não traga o ontem para a leitura. Esteja novamente fresco como o nascer do sol pela manhã, novamente fresco como são as flores da manhã, novamente fresco.
Apenas abra o Gita de novo, animado, entusiasmado. Leia-o de novo, cante-o de novo, e veja. Ele revela um novo significado a vocêNão há nada a fazer com o ontem nem com todos os ontensenquanto você estiver lendo-o. Ele lhe dá um certo significado hoje, neste momento, mas se você carregar os seus ontens com você, não será capaz de ler novos significados..
Sua mente está sempre cheia de significados. Você pensa que já sabe, você pensa que está lendo esse livro de novo e de novo - então qual é o objetivo?  Então você pode continuar lendo como se fosse uma máquina e pode continuar pensando em mil e um outros pensamentos. Então é fútil. Então é apenas entediante. Você não irá rejuvenescer com isso. Você se tornará estúpido.

Osho, em "The Search: Talks on the Ten Bulls of Zen"

sexta-feira, 3 de julho de 2009

uma homenagem a um grande publicitário...

morre na madrugada do dia 02.julho, um dos maiores publicitários da geração. Tomás Lorente deixa um pedaço da história da moderna propaganda brasileira, daquela que o mundo aprendeu a admirar a partir dos anos 90. 
serve de alerta aos publicitários que esquecem que a vida é uma só. e não há nenhum Leão que valhe essa preciosidade.