
quarta-feira, 29 de julho de 2009
MUSSUM, 15 anos de saudade.....

30 minutos!!!! podem salvar sua vida....

PENSEM ANTES DE LER A MATÉRIA....
Risco de câncer cai à metade com 30 minutos de exercícios ao dia, diz estudo
Para chegar a essa conclusão, uma equipe de pesquisadores das universidades finlandesas de Kuopio e Oulu acompanhou por quase 17 anos os hábitos de vida de mais de 2,5 mil homens adeptos de práticas esportivas e que tinham de 42 a 61 anos de idade.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
ANIMA MUNDI, NAO PERCA!

Festival de animação acontece de 22 de Julho até o próximo domingo, 26, com sessões, painéis e oficinas de técnicas, na Fundação Memorial da América Latina (Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, na Barra Funda) e no Centro Cultural Banco do Brasil (Rua Álvares Penteado, 112, no centro) até o domingo 26. O patrocínio é da Petrobras.
terça-feira, 21 de julho de 2009
EXposiÇÕES...vale a pena conferir!


"A Arte Digital e a Nova Fronteira", nova exposição da artista plástica, designer e poeta gaúcha Liana Timm, mostra pela primeira vez a série "Paisagens do Interior", em que trabalha o real e o imaginário em recortes eletrônicos. A mostra será inaugurada na segunda-feira (20), no Espaço Cultural Citi, em São Paulo.
A exposição é gratuita e fica em cartaz até setembro.
Expoentes do design, Fernando e Humberto Campana --os irmãos Campana-- fizeram um recorte de cerca de 60 obras no acervo do MAM (Museu de Arte Moderna, na região sul de São Paulo), exposto a partir de sexta-feira (17) em uma de suas salas.
Com traços lúdicos, a mostra "Jardim de Infância: os Irmãos Campana Visitam o MAM" foca obras de arte que trazem características visuais inerentes ao design.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Fique por Dentro do Mercado

terça-feira, 14 de julho de 2009
GEnteDaPERIferia!
Com o apoio nas cópias, lançávamos uma edição do Boletim por semana e zoávamos dizendo que era semanal como a revista VEJA. Era só por brincadeira, não leio nem gosto da VEJA, tão elitista e cheia de preconceitos.
Por volta do número 40, o Magu parou de fazer o Boletim do Kaos comigo e segui sozinho na missão. Também fiquei sem o apoio das cópias um tempo, mas, depois, arrumei um esquema de xerox grátis na Secretaria Estadual de Cultura.
Lá fazia até três números do Boletim do Kaos por vez e, por onde passava, entregava um exemplar, inclusive na DGT Filmes, onde hoje trabalho fazendo o “Buzão”, meu quadro na TV Cultura. Vê como uma coisa puxa a outra e tudo se cruza?
Fiz uma edição especial (com mais páginas) do número 100 e, até a edição de número 130, tudo saiu pela Secretaria Estadual de Cultura. Um dia, contudo, a fonte secou e voltei a publicar esporadicamente, bancando o xerox do meu bolso, e, aos trancos e barrancos, cheguei à incrível marca do número 150, recorde em matéria de fanzine, sem modéstia. Mas resolvi dar um tempo (tenho um de cada, dos 150 exemplares, em minha casa). O tempo foi passando e muita gente na rua me perguntava: “Cadê o Kaos?”; “Cadê a revistinha?”; “Cadê o jornalzinho?”.Não importava o nome com que o chamavam, o fato era que as pessoas queriam ler e ver oBoletim do Kaos outra vez.
Nesse meio tempo, virei repórter da revista Rap Brasil, fazendo matérias até em outros Estados, como Acre e Goiás.
Vivia “pilhando” o editor da revista, o Alexandre de Maio, para fazer uma capa com escritores da periferia, sempre com a pergunta: “E a literatura marginal, quinto elemento do hip-hop?”. Mas ele sempre me enrolava, dizia que era complicado, que a revista era de rap e tal.
De tanto falar, um dia fez a proposta: “Vamos fazer uma revista de literatura, a gente faz o boneco e apresenta para a editora; se ela topar, eu lanço”. Eu entraria como repórter, faria a maioria das reportagens.
Naquela época, recebia muito pouco vendendo alimentos, e a possibilidade de ganhar pouco mais de R$ 1.000,00 me motivou muito. Assim fui escrevendo, entrevistei os escritores Sérgio Vaz, Ferréz, Sacolinha, Lourenço Mutarelli e a cineasta Tata Amaral, entre outros.
Fizemos o boneco da revista LITERARUA, mas, para nossa decepção, a editora considerou-a moderna demais e não topou botar nas bancas.
A ideia e as matérias ficaram engavetadas, até que o Alexandre sugeriu, certa vez: “A gente podia lançar a LITERARUA como jornal, tem coragem de correr atrás de anunciantes?”.
Fiz um corre e não descolei nada, vimos que, bancada por anúncios, nunca teríamos nem revista, nem jornal. Então eu disse: “A gente precisa de alguém que pague a gráfica, para lançarmos sem depender de anunciantes”.
Não deu outra: logo no primeiro contato que fiz, com o Itaú Cultural, surgiu a chance de, numa reunião, expor nossa ideia e tentar patrocínio para a gráfica. Deu certo. Eles apoiaram, mas avisaram: “Vamos bancar três meses para ver como será e, se vingar, a gente renova”.



